Estudos de engenharia elétrica

Arco elétrico, curto-circuito e NR-10 com quem também executa

Cálculo de energia incidente, definição de ATPV, seletividade de proteções e prontuário. E, quando o estudo aponta correção, a mesma equipe resolve.

A instalação que ninguém consegue descrever

Numa planta com alguns anos de operação, a instalação elétrica real quase nunca é a que está no papel. Carga nova entrou sem atualizar o unifilar, proteção foi trocada por outra de ajuste diferente, um circuito foi remanejado numa parada e ninguém registrou. O resultado é que a empresa não sabe responder duas perguntas básicas: quanta corrente de falta existe em cada ponto e o que acontece quando essa falta ocorre.

Isso vira problema em três frentes ao mesmo tempo. Na segurança, porque a equipe de manutenção trabalha com vestimenta especificada por hábito, não por cálculo. Na continuidade, porque um defeito localizado derruba a planta inteira quando não há seletividade. E na conformidade, porque auditoria e fiscalização pedem o prontuário e o embasamento técnico das medidas de proteção adotadas.

Os estudos existem para responder essas perguntas com número, não com opinião.

Cubículo de média tensão com relé de proteção e disjuntor, ponto de estudo de coordenação e seletividade

Entregas

O que sai de cada estudo

Estudo de arco elétrico

Cálculo da energia incidente por equipamento e definição do ATPV mínimo da vestimenta de proteção, com etiquetagem dos painéis.

Estudo de curto-circuito

Levantamento das correntes de falta em cada barramento, base para dimensionar proteção e verificar a capacidade de interrupção instalada.

Coordenação e seletividade

Ajuste das proteções para que apenas o dispositivo mais próximo do defeito atue, evitando desligamento geral por falha localizada.

Fluxo de potência e carregamento

Verificação de carregamento de transformadores, cabos e barramentos, e do nível de tensão nos pontos críticos.

Prontuário das instalações elétricas

Organização e atualização do conjunto documental exigido pela NR-10, incluindo diagramas, procedimentos e registros.

Laudo e plano de ação

Não conformidades classificadas por grau de risco, com recomendações separadas em curto, médio e longo prazo.

Como conduzimos

Do levantamento ao plano de ação

  1. 01

    Levantamento em campo

    Dados de placa, ajustes reais das proteções, comprimento e seção de cabos, arranjo de barramento. Quando a documentação não bate com a instalação, vale o que está instalado.

  2. 02

    Modelagem e cálculo

    Curto-circuito, coordenação, seletividade e energia incidente, com as premissas de cálculo declaradas de forma que outro engenheiro consiga auditar o resultado.

  3. 03

    Laudo e classificação de risco

    Não conformidades separadas em baixo, médio, alto e crítico, para a empresa priorizar investimento com critério em vez de resolver o que aparecer primeiro.

  4. 04

    Prontuário e etiquetagem

    Documentação organizada conforme a NR-10 e identificação dos painéis com a informação de risco que a equipe precisa ver antes de abrir a porta.

  5. 05

    Execução das correções

    Ajuste de proteção, adequação de instalação, substituição de componente. A mesma equipe que diagnosticou resolve, com ART correspondente.

Case relacionado

Cerca de 50 painéis diagnosticados numa multinacional

Numa unidade de dispositivos médicos em Curitiba, executamos o diagnóstico NR-10 de um parque estimado em 50 painéis, com laudo de baixa e média tensão, classificação de risco por não conformidade, composição do prontuário, plano de ação em três horizontes e cálculo de energia incidente com definição de ATPV.

Ver o case completo

Referências que usamos

  • NR-10
  • ABNT NBR 5410
  • ABNT NBR 14039
  • IEEE 1584
  • NFPA 70E

Dúvidas comuns

Dúvidas sobre estudos elétricos

O que é ATPV e por que ele aparece no estudo de arco elétrico?

ATPV é o valor de desempenho térmico da vestimenta de proteção, expresso em cal/cm². O estudo de arco elétrico calcula quanta energia incidente o trabalhador receberia em caso de falta em determinado ponto da instalação. Esse número define qual ATPV a roupa precisa ter naquele painel. Sem o cálculo, a especificação do EPI vira chute, e chute nesse tema tem dois resultados possíveis: gastar demais com vestimenta superdimensionada ou expor a equipe com vestimenta insuficiente.

Estudo de arco elétrico é obrigatório?

A NR-10 exige que as medidas de proteção coletiva e individual sejam definidas a partir da análise de risco da instalação, e a especificação correta da vestimenta contra arco elétrico depende do conhecimento da energia incidente. Na prática, auditoria de cliente, seguradora e fiscalização cobram o estudo. A referência técnica usual para o cálculo é a IEEE 1584, complementada pela NFPA 70E na parte de práticas de trabalho.

Preciso de curto-circuito antes do arco elétrico?

Sim, e é aqui que muita gente se perde. A energia incidente depende da corrente de falta e do tempo que a proteção leva para atuar. Sem o estudo de curto-circuito e sem conhecer o ajuste real dos dispositivos de proteção, não há como calcular arco elétrico com seriedade. Por isso os dois estudos costumam ser contratados juntos, e a coordenação de proteções entra na sequência natural.

Vocês só entregam o estudo ou executam as correções?

As duas coisas. É a diferença prática entre contratar uma consultoria e contratar uma empresa de engenharia com equipe de campo. O estudo aponta, por exemplo, que um ajuste de proteção precisa mudar, que um barramento está subdimensionado ou que falta identificação nos painéis. Nós fazemos a correção, sob a mesma responsabilidade técnica que assinou o diagnóstico.

Quanto tempo leva?

Depende do tamanho do parque e, principalmente, do estado da documentação. Quando existem diagramas unifilares atualizados e dados de placa acessíveis, o levantamento anda rápido. Quando a documentação está desatualizada, uma parte relevante do trabalho é justamente reconstituir a instalação em campo. Num parque na casa de algumas dezenas de painéis, o levantamento costuma ser a etapa mais longa.

De quanto em quanto tempo o estudo precisa ser revisado?

Sempre que a instalação muda de forma relevante: entrada de nova carga, troca de transformador, alteração de ajuste de proteção, ampliação de planta ou mudança na fonte de suprimento. Qualquer uma dessas coisas altera a corrente de falta e, portanto, a energia incidente calculada. Um estudo feito e esquecido em gaveta por anos deixa de refletir a instalação real.

Área de atendimento

Onde executamos

Base e resposta rápida em:

  • Curitiba
  • Pinhais
  • Colombo
  • São José dos Pinhais
  • Araucária
  • Campo Largo
  • Almirante Tamandaré
  • Quatro Barras
  • Fazenda Rio Grande
  • Piraquara
  • Campina Grande do Sul

Estudos e diagnósticos também são executados em plantas fora do Paraná, com mobilização de equipe conforme o porte do contrato.

Entrega

O que você recebe

  • Laudo das instalações e prontuário NR-10
  • Estudos de curto-circuito, seletividade e arco elétrico com ART
  • Plano de adequação priorizado por risco
  • Execução das correções pela mesma engenharia

Na mesma coordenação

Serviços relacionados

Diagnóstico técnico

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