Prevenção e combate a incêndio

Do projeto ao certificado, e depois todo mês

Projeto técnico, execução com equipe própria nas principais frentes, regularização junto ao Corpo de Bombeiros do Paraná e manutenção contratada. A frente mais antiga da Sansky e a que melhor sabemos fazer.

O problema quase nunca é comprar o equipamento

Extintor se compra em qualquer lugar. Hidrante, bomba e central de alarme também. O que trava as empresas é outra coisa: descobrir o que a norma exige para aquela edificação, conseguir aprovar o projeto, executar sem parar a operação e chegar na vistoria com tudo funcionando e documentado.

É um caminho com muitos pontos de reprovação, e cada reprovação custa semanas. A maior parte das empresas que nos procura já tentou resolver por partes, um projetista aqui, um instalador ali, uma empresa de extintores por fora, e travou exatamente na costura entre eles.

A Sansky faz o caminho inteiro sob um único ponto de gestão técnica. Se o projeto reprova ou a vistoria aponta, você continua tratando com o mesmo interlocutor, e não descobre no meio do processo que a responsabilidade era de outro fornecedor.

Equipe da Sansky em plataforma elevatória instalando tubulação de incêndio na fachada de galpão

Como funciona

Cinco etapas, um contrato

  1. 01

    Levantamento e classificação

    Visita à edificação, medição, definição da ocupação e do grau de risco e leitura do que já existe instalado. É aqui que se descobre o que dá para aproveitar.

  2. 02

    Projeto técnico

    Projeto conforme o CSCIP e as NPTs do CBMPR, memorial de cálculo e protocolo para análise. Quando o projeto reprova, corrigimos e reapresentamos sem custo adicional de projeto.

  3. 03

    Execução

    Equipe própria instalando o que foi projetado, com cronograma acordado com a operação, inclusive em parada programada ou fora do horário produtivo.

  4. 04

    Vistoria e certificado

    Acompanhamento da vistoria, correção de apontamentos e obtenção do CLCB ou do CVCB.

  5. 05

    Manutenção

    Contrato mensal para manter o sistema operante e a documentação válida até a próxima renovação.

Sistemas

O que projetamos, instalamos e mantemos

Detecção e alarme (SDAI)

Centrais convencionais e endereçáveis, detectores, acionadores manuais, avisadores e interligação com a brigada.

Hidrantes e mangotinhos

Rede, abrigos, esguichos, barrilete e reserva técnica de incêndio dimensionados em projeto.

Casa de bombas

Bomba principal e jockey, painel de comando, automação de partida, teste de pressão e de vazão.

Chuveiros automáticos

Sprinklers para galpões, centros logísticos e áreas de armazenagem, com válvula de governo e alarme.

Iluminação e sinalização

Iluminação de emergência, sinalização de abandono e de equipamentos, rotas de fuga.

Brigada e plano de emergência

Apoio na estruturação documental exigida no processo e integração com o plano de abandono da edificação.

Extintores e apoio

Dimensionamento, distribuição, suportes, sinalização e controle de validade por ativo.

Regularização no CBMPR

CLCB, CVCB e TCAC, qual é o seu caso

A maior parte das dúvidas que chegam aqui é sobre documento, não sobre equipamento. Em resumo, e sem juridiquês:

CLCB

Certificado de Licenciamento do Corpo de Bombeiros

É a licença de uso da edificação ou de funcionamento do estabelecimento. Tem validade de 1 ano e precisa ser renovado anualmente. É o documento que a prefeitura pede para liberar o alvará.

CVCB

Certificado de Vistoria do Corpo de Bombeiros

Emitido quando o processo passa por vistoria técnica. Tem validade permanente, desde que não haja alteração na área, no layout ou na atividade, qualquer mudança relevante derruba a validade.

PTPID

Projeto Técnico de Prevenção a Incêndio e a Desastre

O projeto completo, exigido nas ocupações de maior risco. É a peça que passa por análise do CBMPR antes da execução e a que mais reprova quando é feita sem leitura correta das NPTs.

Memorial simplificado

Para ocupações de menor complexidade

Substitui o projeto completo nas edificações que a norma dispensa do PTPID. Mais rápido e mais barato, desde que a classificação da edificação esteja certa.

TCAC

Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta

Para quando a adequação exige obra e não cabe no prazo de 20 dias úteis. O proprietário assume um cronograma de regularização acordado com o Corpo de Bombeiros. Vale para a edificação inteira, e os requisitos mínimos de proteção à vida precisam estar atendidos antes.

Foi notificado? O relógio é de 20 dias úteis

A partir da notificação existem três caminhos: sanear e pagar 10% da multa, pagar a multa integral, ou solicitar o TCAC. A decisão depende do que foi apontado e do que é viável executar no prazo, e escolher errado costuma sair muito mais caro que a multa.

Manda a notificação para a gente ler →

Abrigo de hidrante, acionador manual e sinalização de emergência em fachada industrial

Certificado emitido não é fim de assunto

Sistema de incêndio é o equipamento que a empresa mais paga e menos usa, até o dia em que precisa. Bomba que não parte, hidrante sem pressão, central em falha há seis meses e bateria vencida são achados de rotina em edificações que têm o certificado em dia.

O contrato mensal existe para isso: rotina de verificação por ativo, correção do que aparece e relatório assinado a cada visita. Quando chega a renovação do licenciamento, o sistema já está em ordem e a documentação já existe.

Ver como funciona o contrato de manutenção →

Dúvidas comuns

Dúvidas sobre incêndio e licenciamento

Qual a diferença entre CLCB e CVCB?

O CLCB (Certificado de Licenciamento do Corpo de Bombeiros) é emitido no processo de licenciamento e tem validade de 1 ano, com renovação anual. O CVCB (Certificado de Vistoria do Corpo de Bombeiros) é emitido quando o processo exige vistoria técnica e tem validade permanente, desde que não haja alteração nos dados, na área ou na atividade da edificação. Qual dos dois se aplica depende da classificação de risco e da modalidade de licenciamento definida pelo CBMPR.

Recebi uma notificação do Corpo de Bombeiros. O que fazer?

O prazo para se posicionar é de 20 dias úteis a partir da notificação. Existem três caminhos: sanear as irregularidades e pagar 10% da multa, quando o problema pode ser resolvido nesse prazo; pagar a multa integral; ou solicitar o TCAC, quando a adequação é mais pesada e não cabe em 20 dias úteis. A escolha errada custa caro, então o primeiro passo é uma leitura técnica do que foi apontado.

O que é o TCAC e quando ele é a saída?

O Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta é o instrumento pelo qual o proprietário assume o compromisso de adequar a edificação dentro de um cronograma acordado com o Corpo de Bombeiros. Ele é a via para edificações existentes cuja regularização exige obra, troca de rede de hidrantes, instalação de sprinklers, adequação de rotas de fuga. Dois pontos costumam pegar: o TCAC é firmado para a edificação inteira, pelo proprietário ou representante legal com procuração, e existem medidas consideradas requisitos mínimos de proteção à vida que precisam estar atendidas antes, sem possibilidade de parcelar no cronograma.

Meu condomínio ou galpão é antigo. Preciso atender a norma nova inteira?

Não necessariamente. Edificações existentes têm tratamento específico previsto em norma própria do CBMPR, com critérios de adaptação diferentes dos exigidos para construção nova. O caminho é a análise técnica caso a caso: o que é exigível, o que pode ser resolvido por solução alternativa e o que precisa de parecer da comissão técnica. Chutar isso é o que faz projeto reprovar duas, três vezes.

Preciso de PTPID ou memorial simplificado?

Depende da classificação da edificação, ocupação, área, altura e grau de risco. Edificações de maior risco exigem o PTPID, o projeto técnico completo submetido à análise do CBMPR. As de menor complexidade podem ser atendidas por memorial simplificado, que é mais rápido e mais barato. Errar essa classificação é caro nos dois sentidos: gastar com projeto completo sem necessidade, ou protocolar memorial onde o projeto era exigido e perder o processo inteiro.

Vocês fazem só o projeto ou executam também?

Os dois, e é justamente aí que o cliente economiza. Quando projeto e execução ficam com empresas diferentes, cada problema em vistoria vira discussão sobre de quem é a culpa. Com um responsável técnico só, o compromisso é com o certificado emitido, não com a entrega da prancha.

Com que frequência o sistema precisa de manutenção?

A periodicidade varia por sistema e é definida pelas normas técnicas de cada um, bomba de incêndio, hidrantes, detecção, sprinklers e extintores têm rotinas e intervalos próprios, com verificações que vão de semanais a anuais. Na prática, o modelo que funciona é o contrato mensal: a equipe roda o checklist do mês, registra e entrega relatório. Assim o sistema chega na renovação do licenciamento já em ordem, em vez de virar uma correria de última hora.

Entrega

O que você recebe

  • Projeto e memorial para o processo no Corpo de Bombeiros
  • Sistemas instalados, testados e documentados
  • Laudos de pressão, vazão e funcionamento com ART
  • Relatório fotográfico e as built quando o escopo os inclui

Na mesma coordenação

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Diagnóstico técnico

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Ponto únicoincêndio, elétrica e civil sob a mesma coordenação

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